Para democratizar, descentralizar e expandir as ações e políticas públicas culturais, a Fundação Cultural de Imperatriz começou a localizar e identificar espaços públicos ociosos em diversos bairros da nossa cidade. A idéia é buscar meios de viabilizar projetos, programas e atividades promovendo cultura, arte, esporte e educação nestes espaços.
De acordo com o presidente da Fundação Cultural de Imperatriz, Lucena Filho, existem meios de captar recursos junto a governo Federal e outras iniciativas públicas e privadas para revitalizar e desenvolver projetos como bibliotecas, espaços culturais, museus, entre outras benfeitorias. “Iniciamos esse trabalho em um espaço na Vila Redenção II. Onde antes era uma quadra de esporte, hoje é um espaço abandonado e depredado que serve de abrigo para marginais, colocando em risco a comunidade”, afirmou.
Segundo o gestor, este espaço será revitalizado com recursos próprios e irá pleitear outro recurso junto ao Ministério da Cultura para implantação de uma biblioteca pública. “Não basta construir um prédio, é necessário edificar todo um aparato de cultura e educação para envolver e mobilizar a comunidade, dando nova vida a aquele espaço e novas perspectivas para aquelas pessoas”, concluiu.
Para a liberação deste e outros recursos, é necessário que o espaço não tenha nenhum impedimento legal. E que, dependendo do caso, o poder público tenha alguma outra forma de contrapartida. “Existem vários editais das iniciativas públicas e privadas que possibilitam o desenvolvimento a captação de recursos para implantação de espaços voltados para a arte, cultura e educação. E a fundação Cultural de Imperatriz está atenta para estas possibilidades”, afirmou Lilia Diniz, coordenadora da FCI.





